Programa de Pós-graduação em Letras da UEM abre inscrições para aluno não regular

O Programa de Pós-graduação em Letras (Mestrado e Doutorado), da Universidade Estadual de Maringá (UEM) abre inscrições para aluno não regular no primeiro semestre de 2016. Os interessados podem se inscrever gratuitamente até o dia 26 de fevereiro, na Secretaria do Programa de Pós-graduação em Letras (PLE). O resultado da seleção será divulgado a partir do dia 01 de março de 2016. O número de vagas e os critérios de seleção são definidos pelos professores de cada disciplina

O edital para aluno não regular é uma oportunidade tanto para os acadêmicos que desejem cursar disciplinas isoladas quanto para aqueles que queiram transferir os créditos obtidos para outros programas de pós-graduação. Para efetivar a inscrição, o candidato deve entregar uma série de documentos relacionados no edital de abertura. A secretaria fica no bloco G34, sala 01, campus da UEM. Horário de funcionamento das 08h às 11h e das 13h30 às 17h.

Para mais informações, acesse o quadro de avisos no site do PLE.

UEM deverá fazer parte de projeto interinstituicional

Nesta quinta-feira (13), a vice-reitora da UEM, Neusa Altoé, recebeu no prédio da reitoria o professor do Instituto de Letras da Universidade de Brasília (UnB), Kleber Aparecido da Silva. O intuito foi discutir futuras parcerias em um projeto interinstituicional que visa o auxílio a alunos e pesquisadores, de graduação e pós-graduação, que possuam o português como língua estrangeira ou segunda língua. A visita foi intermediada pela professora do Departamento de Letras, Ismara Eliane Vidal de Souza Tasso.
De acordo com Silva, o projeto busca evitar a defasagem de alunos e pesquisadores surdos, indígenas ou estrangeiros, que, por ventura, tenham a língua portuguesa dentro das universidades como obstáculo. A proposta converge com um momento em que o Brasil não apenas está enviando diversos estudantes e pesquisadores para o exterior, mas também recebendo, como é o caso da UEM, por meio de seu Escritório de Cooperação Internacional (ECI).
A ideia ainda é embrionária, mas, segundo o professor, poderá resultar em um Observatório Internacional de Língua Portuguesa, que formataria mecanismos para atender a demanda de aprendizado, abrangendo ensino, pesquisa e extensão, em diversos polos, espalhados pelo Brasil e pelo mundo.
A proposta surgiu a partir de um grupo de pesquisa do CNPq, e agora passa por um processo de refinamento. Segundo da Silva, os próximos passos são submeter projetos junto a órgãos de fomento e buscar parcerias para a continuação dos trabalhos.

(Fonte: UEM)